PORQUE COMPRAR A POP 110i?

PORQUE COMPRAR A POP 110i?

PORQUE COMPRAR A POP 110i?

Fazendo uma conta rápida, digamos que, de ônibus, você gaste R$ 3,55 (preço da tarifa de transporte público em Foz do Iguaçu). Duas viagens por dia e, em média, 22 dias úteis por mês somando 264 dias, ou 528 viagens por ano. Ao final do período foi gasto mais de R$ 2 mil, isso sem contar passeios de final de semana. Aí passa uma Pop 110i, a Honda mais barata do Brasil, ao lado de seu ônibus lotado e você lembra que a moto custa R$ 6.590,00. Dá uma raiva, não é mesmo?  Vamos ver o que essa pequena moto consegue fazer no dia a dia.
    A Honda Pop tem sido líder do mercado na sua categoria e essa vem crescendo nos últimos tempos. Em 2016 estimava-se que iria ocupar 10% de todo mercado de motos, com a quantidade próxima de 200.000 veículos.
    O modelo Pop já ocupa a segunda colocação entre as motos mais vendidas da Honda, desde que foi lançado o modelo já vendeu 820 mil unidades e em 2015 já foram emplacadas 63 mil, conforme dados da Abraciclo.
    A Pop é para quem procura praticidade, com preço acessível, fácil de comprar, durável, com baixo consumo de combustível e de fácil pilotagem. Assim, a Pop 110i se mostra como uma das melhores opções de transporte pessoal que de forma amigável proporciona liberdade de locomoção.  

                                         Consumo e manutenção
   
Da parte da Honda há três anos de garantia. Nas primeiras sete revisões, o óleo a ser trocado não tem custo para o usuário.
    E não é apenas na revisão e na manutenção rotineira que a Pop 110i economiza. O tanque pode ser pequeno, mas, após rodar cerca de 300 km a moto no trânsito paulistano, a média de consumo foi de nada menos que 50,2 km/l..

                                      Quem precisa mais que isso?
    Para quem nunca levou a Pop 110i ou a antecessora (Pop 100 carburada) muito a sério, e era da turma que preferia as “motos de verdade”, depois de uma semana com a moto, essa opinião muda completamente e, você já consegue ver muito muito mais que a “pequena Pop”. Já que ela faz a gente lembrar que, pra ir e voltar do trabalho, uma Pop 110i dá e sobra (e não pesa no bolso).
    Mesmo com menos de 8 cv de potência, é leve. Arranca no farol à frente dos carros e, por vezes, à frente de outras motos maiores mesmo! O câmbio de relações curtas ajuda e o fôlego maior provido pela injeção eletrônica faz a Pop 110i parecer ter mais força do que os números sugerem. Claro, com garupa ela sofre um pouco mais. Mas pense assim: com dois adultos de 80 kg em cima da moto, ela está carregando o dobro de seu próprio peso.
    Feita pra encarar o que as estradas brasileiras tem de pior para oferecer, a Pop 110i encarou a buraqueira dos grandes centros até com um certo descaso. Mesmo em vias expressas, longe de sua zona de conforto, manteve 90 km/h sem dificuldade, sem vibrar ou fazer barulhos excessivos.
    A moto manobra com uma facilidade maior que ela mesma entre os carros e todos seus comandos são leves na operação. A Pop 110i entra e sai de qualquer vaga – mesmo em ladeiras – com um mínimo de dificuldade.

    É exatamente nos pequenos trajetos que Pop 110i brilha mais, pois sua leveza e economia se transformam em praticidade no dia a dia. Mas tem sim o que dizer contra ela, infelizmente. Se a proposta é ser prática e econômica, por que não ter ao menos um gancho para levar coisas? Não há um lugar em toda a Pop 110i (o que não é muito) para acomodar uma sacola, por exemplo. A Biz, no entanto, tem até um pequeno espaço embaixo do banco onde cabe até um capacete menor!
                                 Ficha técnica e equipamentos
    Desde a linha 2016, a Pop 110i, como indica o “i”, recebeu injeção eletrônica de combustível. Rodando apenas com gasolina, o pequeno monocilíndrico arrefecido a ar gera 7,9 cv de potência a 7.250 rpm e 0,9 kgfm de torque a 5.000 rpm. O câmbio tem quatro marchas e a transmissão final é feita por corrente. Pode parecer pouco, mas o peso a seco (sem combustível e fluídos) é de apenas 87 kg.
    Apesar de compartilhar o conjunto mecânico com a Biz 110i, a Pop tem partida apenas a pedal, seu câmbio conta com embreagem convencional (não automática como na Biz) e a transmissão não é rotativa, as quatro marchas são engatadas para baixo, como na Biz, mas ao se chegar na quarta é preciso voltar todas até o neutro. Na outra moto pode-se pular da quarta para o neutro diretamente, apenas dando mais um toque para baixo na alavanca.
    Falando nisso, simplicidade é a palavra de ordem na Pop 110i. De série, pouco mais que uma luz espia para a reserva de combustível. Não há odômetro parcial nem marcador de combustível. Entre os instrumentos, apenas o básico: velocímetro, odômetro total e as luzes espia para neutro, farol alto, piscas, problemas de injeção e reserva.
    A Pop usa rodas raiadas de 17 polegadas na dianteira com pneu 60/100 e de 14 polegadas na traseira com pneu 80/100. Os freios, ambos a tambor, têm 110 mm de diâmetro. A suspensão dianteira, com garfo telescópico, tem 100 mm de curso, enquanto a traseira, bichoque, tem 83 mm de curso. O tanque de combustível da Pop acomoda 4,2 litros e a luz da reserva acende quando há apenas cerca de um litro.
    Nas medidas, a moto tem 1,84 m de comprimento, 0,74 m de largura, 1,03 m de altura e 1,23 m de entre-eixos. O assento do piloto fica a 749 mm do chão, o que facilita até mesmo pilotos de menor estatura a conseguir colocar os pés com firmeza no chão.

    Como podemos ver, a Pop 110i é perfeita para você que busca praticidade e economia, para ir e vir do trabalho sem gastar muito! Tá esperando o que para adquirir a sua?!

Fontes:

https://news.novasdodia.net.br
http://www.motonline.com.br



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